«Os advogados Paulo Sá e Cunha e Carlos Melo Alves criticam a morosidade e o formalismo do Ministério Público na Operação Influencer, destacando que, quase três anos após as buscas, se mantém o estatuto de suspeito sem acesso pleno ao processo. Apontam falhas nos prazos de inquérito e na gestão de recursos, defendendo que a demora e a divulgação pública de suspeitas violam os direitos fundamentais e o Estado de direito.»